Hildon Rocha fica na bronca na solenidade de posse de Bolsonaro



Muito esperada, a solenidade de posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL) realizada no dia 1º de janeiro, foi bastante concorrida e alvo de reclamações por parte de jornalistas quanto as limitações impostas que dificultaram o trabalho da imprensa. Mas não foi só a imprensa que reclamou.

De acordo reportagens de veículos de comunicação brasileiros, os jornalistas foram impedidos de transitar entre os prédios da Esplanada e da Praça dos Três Poderes e foram obrigados a chegar horas antes aos locais onde ocorrerão os eventos. Consta que em certos pontos, como no Congresso, os repórteres não têm acesso a água nem autorização para ir ao banheiro em determinados momentos.

Antes, os jornalistas já foram obrigados a ir até o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)  de ontem pegaram ônibus que os levaram ao Planalto, Itamaraty e Congresso Nacional. 

Devido as limitações, houve quem reclamasse que estava havendo cárcere privado e até as maças foram confiscadas para evitar que ocasionalmente viessem a ser arremessadas no presidente. Resultado: quatro equipes de jornalistas estrangeiros, entre elas uma equipe da China, deixaram o evento. 

Um pouco antes da solenidade de posse, houve reclamação no Congresso quanto a formação da mesa dos trabalhos. O deputado maranhense Hildon Rocha foi um dos mais revoltados. Em entrevista a Rádio CBN ele criticou o fato de os assentos estarem marcados para autoridades nacionais e chefes de Estado. Na opinião dele os chefes de Estado e convidados especiais não deveriam ser recebidos no Congresso em detrimento a participação dos deputados e senadores. Não adiantou. O parlamentar maranhense teve que se contentar em ficar em assento longe da mesa dos trabalhos.

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